O bloco anteriormente formado por Brasil, Índia, Rússia, China e África do Sul passou a incluir novos países, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã.
Emirados Árabes Unidos
O país de acordo possui suas leis baseadas na Sharia, isso significa que cristãos não podem comer ou beber em público durante o Ramadã, não podem compartilhar a sua fé.
Em geral a mídia local é abertamente anti-cristã. De acordo com a organização Portas Abertas, o nível de pressão social é 11,2
Já o Nível de violência é de 1,1
China
Além de adulterar a Bíblia para favorecer os interesses do regime, há perseguição e prisão de cristãos.
A divulgação de aplicativos da Bíblia é proibida, bem como a manifestação religiosa em redes sociais.
Existe também o monitoramento de igrejas sejam elas independentes ou pertencente ao Movimento Patriótico das Três Autonomias (igreja protestante sancionada pelo Governo)
Para menores de 18 anos é ilegal frequentá-las. Abusos físicos, agressões e torturas são largamente utilizadas.
Irã
O Irã é uma república islâmica radical, nesse país a existência de igrejas domesticas é vista como tentativa de países ocidentais minarem a autoridade do islamismo.
Quando pessoas de origem muçulmana se tornam cristãs elas só podem se reunir em igrejas domesticas secretas.
Correm o risco de serem monitoradas, assediadas e acabam respondendo por "crimes contra a segurança nacional"
Líderes de igrejas domésticas recebem sentença de prisão envolvendo tortura psicológica e física.
Egito
No Egito a perseguição se manifesta no cotidiano, o assédio sexual a mulheres cristãs é frequente, multidões são formadas para expulsar cristãos da vizinhança, confiscando casas e bens.
A perseguição no entanto não é governamental, mas parte da própria população, em especial na região do Alto Egito, de maioria rural.
India
Na Índia a perseguição religiosa se dá por extremistas hindus que promovem uma ideologia perversa chamada hindtuva, de acordo com a ideologia cristãos e indivíduos pertencentes a outras minorias religiosas.
Devido a alianças com estrangeiros, de acordo com o movimento a nação deve ser purificada da interferência estrangeira.
Legalmente há liberdade religiosa, porém diversos Estados tem aprovado leis anti-conversão, exclusão social, discriminação no local de trabalho são frequentes, além de acusações falsas.
Etiópia
Na Etiópia a perseguição religiosa é grave em especial a cristãos de origem muçulmana, são ameaçados, agredidos por extremistas islâmicos e até mesmo assassinados.
Embora a liberdade religiosa seja um direito assegurado em lei a impunidade impede o exercício desse direito.
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