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Sábado, 02 de Maio 2026

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Senegal conquista Copa Africana nos pênaltis apesar de pênalti fantasma para Marrocos

Após pênalti polêmico para Marrocos nos acréscimos e até abandono de campo em protesto, Senegal volta, vê Brahim Díaz desperdiçar a cobrança e garante o título na prorrogação com gol de Pape Gueye em Rabat. ​

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Senegal conquistou a Copa Africana de Nações 2025 ao vencer o Marrocos por 1 a 0 na prorrogação, em Rabat, em uma final marcada por um pênalti altamente contestado para os donos da casa já nos acréscimos do tempo normal. Mesmo com a interferência decisiva – e duvidosa – da arbitragem e do VAR, o mérito esportivo dos senegaleses prevaleceu no tempo extra, em contraste com o clima de circo criado pela decisão do juiz.

O jogo e o pênalti contestado

A final foi disputada neste domingo, 18 de janeiro de 2026, no Estádio Príncipe Moulay Abdellah, em Rabat, com Marrocos jogando em casa contra a forte seleção de Senegal. O tempo normal terminou 0 a 0, apesar de chances claras para os dois lados, com boas defesas dos goleiros Yassine Bounou, pelos marroquinos, e Édouard Mendy, pelos senegaleses.

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Nos acréscimos do segundo tempo, o árbitro congolês Jean-Jacques Ngambo marcou pênalti para Marrocos após longa checagem do VAR, entendendo que Brahim Díaz havia sido derrubado na área pelo zagueiro senegalês El Hadji Malick Diouf em disputa de bola num escanteio. A decisão gerou revolta imediata: o time de Senegal deixou o gramado em protesto, atrasando a cobrança e transformando a final de um torneio continental em um espetáculo de tensão e desconfiança contra a arbitragem.

Senegal sai de campo, volta e sobrevive

Orientados pelo técnico Pape Bouna Thiaw, os jogadores de Senegal caminharam para o vestiário e o jogo ficou paralisado, enquanto o único que permaneceu em campo foi o capitão Sadio Mané, tentando acalmar os ânimos e evitar que uma decisão precipitada manchasse de vez a campanha da seleção. Depois de minutos de paralisação, o elenco retornou, sob pressão da organização e da própria consciência esportiva.

Na sequência, Brahim Díaz assumiu a cobrança, mas tentou uma cavadinha e parou em Édouard Mendy, que defendeu e manteve o 0 a 0, levando a decisão para a prorrogação apesar da contestável intervenção do VAR. A cena sintetiza um ponto central para qualquer família que acompanha o futebol: quando a autoridade erra e força demais a mão, o mérito do esforço honesto fica por um fio – e só não ruiu porque o goleiro senegalês assumiu a responsabilidade e fez a defesa.

Mérito na prorrogação: gol e título senegalês

Já no início da prorrogação, com o clima ainda pesado no estádio, o meio-campista Pape Gueye decidiu a final: após jogada iniciada por Sadio Mané, a bola chegou ao camisa 26, que protegeu bem diante do capitão marroquino Achraf Hakimi e acertou um chute forte no ângulo, sem chance para Bounou. O gol, marcado aos 94 minutos, foi o bastante para garantir a vitória por 1 a 0 e o segundo título continental de Senegal em três edições, consolidando uma geração que já havia sido campeã em 2022.

Senegal ainda teve chance de ampliar com Cherif Ndiaye, que perdeu boa oportunidade, mas a equipe se fechou com disciplina e segurou o resultado até o fim, diante de mais de 66 mil torcedores marroquinos em Rabat. No fim das contas, a resposta em campo falou mais alto do que a interferência polêmica da arbitragem: o time que respeitou o jogo e se apoiou no trabalho coletivo saiu campeão.

Arbitragem, justiça e mensagem às famílias

O episódio do pênalti escancara um problema que o torcedor brasileiro conhece bem: quando a tecnologia e o poder da arbitragem não são usados com equilíbrio, o jogo deixa de ser escola de justiça e passa a ensinar que “quem manda decide, e pronto”. Em um cenário assim, o que se transmite para crianças e jovens nas arquibancadas e nas salas de casa é a mensagem errada: a de que esforço, disciplina e mérito podem ser atropelados por decisões de gabinete, de apito ou de tela.

Nesta final, porém, o desfecho foi outro: mesmo com um pênalti para lá de duvidoso, a bola e o mérito falaram mais alto, com Senegal segurando o resultado no tempo normal e encontrando o gol na prorrogação. O recado que fica para quem cria filhos em valores de responsabilidade e trabalho é simples: protestar contra injustiças é legítimo, mas não substitui a necessidade de permanecer em campo, enfrentar a pressão e vencer pelo desempenho real.

E você, leitor: o que achou desse pênalti e da postura da arbitragem na final? Deixe seu comentário e participe do debate.

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