O projeto de lei relatado por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teve emenda de Sérgio Moro (UB-PR) ambos opositores do governo, o governo tentou barrar a medida sem sucesso, até mesmo senadores da base governista votaram favorável.
Ricardo Lewandowski é contrário e foi responsável pela implantação das famigeradas audiências de custódia que na realidade servem para beneficiar bandidos. O líder do governo Jaques Wagner PT reconheceu que legendas da base acabaram por orientar favorável projeto.
Todos os senadores do Podemos votaram favoráveis ao projeto, na visão de Marcos do Val o projeto é uma importante conquista e certamente representa uma enorme contribuição no combate a impunidade.
Já Sérgio Moro afirmou que "O Senado - como acredito que fará, aprovará esse projeto - dá uma bela resposta à sociedade em mostrar que não estamos ausentes do debate, que não vamos nos omitir em discutir a segurança pública neste país"
O tema é amplamente defendido por parlamentares de direita que defendem uma política mais dura de enfrentamento a bandidagem, citaram o caso do Sargento Roger da Polícia Militar mineira que foi assassinado brutalmente após a saidinha de Natal.
Para Nelsinho Trad do PSD-MS por sua vez “A ‘saidinha’ falha com as vítimas e compromete nossa segurança. Não podemos tolerar mais impunidade. Apoio firme ao projeto que encerra essa brecha. A justiça não pode ser opcional”, afirmou em publicação realizada nas redes sociais.
O projeto de lei agora volta a Câmara dos Deputados,
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