Por Carol Dias
Em meados de fevereiro deste ano Lula foi convidado para participar da Cúpula da União Africana realizada na Etiópia. Sua presença foi marcada por conta de sua fala polemica a respeito da guerra de Israel contra o grupo terrorista Hamas.
Lula diz que na faixa de Gaza não está havendo uma guerra mas sim um genocídio, uma vez que se trata de uma “batalha travada entre soldados bem treinados contra mulheres e crianças” e que tal fato, “o que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus.”
Em recente entrevista concedida a Rede TV Lula afirmou que não falou a palavra "Holocausto" ao criticar a atuação de Israel na guerra contra o Hamas. Lula atribuiu a polêmica envolvendo sua crítica a uma "interpretação” do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Mas vejamos o que significa Holocausto, diz a Enciclopédia do Holocausto: “O Holocausto foi a perseguição sistemática e o assassinato de seis milhões de judeus europeus pelo regime nazista alemão, seus aliados e colaboradores.
Não há como justificar o injustificável, por mais que o consorcio da mídia tente amenizar a fala do presidente Lula, é incontestável que, mesmo não usando a palavra Holocausto, sua fala remete sim ao holocausto, remete a morte de seis milhões de vidas tiradas em campos de concentração nazistas que sim foi é e sempre será o HOLOCAUSTO !!! Não há ofensa maior a um judeu que tal fala, até por que Israel nunca quis tal guerra, Israel não pratica genocídio, Israel não mata palestinos apenas por serem palestinos.
O exército israelense, um dos mais bem treinados e munido de armamento de ponta não faz incursões ao esmo, muito pelo contrário. Israel faz ataques bem planejados visando resgatar os reféns levados pelos terroristas do Hamas, sendo certo que há um brasileiro ainda mantido em cativeiro, mas sobre isso Lula não fala, nem lembra assim como não lembra dos brasileiros que sobreviveram aos horrores daquele dia 7 de outubro de 2023 que vêm recebendo total assistência do governo israelense.
Desta forma vemos que o incidente diplomático foi sim causado por uma fala, diga se de paragem, proposital, do presidente Lula, uma vez que ele tinha noção do que falava, tanto que se negou a se retratar, e não de uma interpretação equivocada do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu., merecendo assim o titulo de persona non grata concedido pelo governo israelense.
A inconsequente fala do Lula reverberou aqui no Brasil também, segundo a Federação Israelita os registros de denúncias de antissemitismo tiveram um aumento de 263% após a fala de Lula. Quarta feira Ana Paula Henkel no jornal Oeste Sem filtro relatou que alunos de escolas judaicas aqui do Brasil estão recebendo treinamento para se abrigar em salas seguras após esse aumento das denúncias.
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