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Quinta-feira, 30 de Abril 2026

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Política, a arte do bem comum ou a glamourização do ridículo?

Até quando vamos dar palanque para palhaços?

Política, a arte do bem comum ou a glamourização do ridículo?
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A política é tratada como a arte do bem comum, essa definição desenvolvida pelos filósofos clássicos norteia, ou ao menos deveria nortear a base da atuação política em qualquer lugar do globo, mas vamos nos aprofundar no conceito, citando o que os filósofos afirmaram sobre esse tema ao longo do século.

Partindo de uma cosmovisão cristã percebemos que a função da política é levar os povos a um ciclo de justiça, paz e prosperidade. podemos observar tais princípios ao ler passagens como Provérbios 29:2 Romanos 13, entre tantos outros, percebe-se na realidade que o objetivo fim da política é a busca por justiça.

Evidentemente Direita e esquerda tem concepções distintas sobre o que seria esse "bem comum" porém as disputas ideológicas, o debate de ideias no século XXI ficam em segundo plano. Aquilo que deveria ser essencialmente racional se torna em uma patética guerra por memes, uma glamourização do ridículo.

Ser patético é a nova forma de se fazer política no século XXI e isso independe de lado, é possível ser ridículo sendo de Direita e é possível ser ridículo sendo de esquerda....

Vou citar 2 casos de lados opostos para que entendam aquilo afirmo. 

No campo da Direita temos Coronel Crisóstomo, do PL amazonense, deputado federal, membro de uma das mais importantes, senão a CPMI mais importante dos últimos 30 anos, se prestando a um papel ridículo de interromper uma investigação para produzir uma cena bizarra e por que não dizer deplorável.

 
 
 
 
 
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No outro lado temos o patético ditador venezuelano que promove uma bizarra "dancinha pela paz" buscando desviar o foco dos inúmeros crimes cometidos pela ditadura que Maduro comanda...

 

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Bradock Show (@bradockshow)

Em ambos os casos percebe-se o profundo desprezo pela racionalidade e seriedade que o embate político exige, é preciso compreender de uma vez por todas que a política não pode e não deve ser tratada como picadeiro para palhaços, mas deve ter seu sentido original resgatado, o da busca pelo bem comum.

É preciso parar de dar palanque para quem não busca o desenvolvimento intelectual permanente, se recusa a estudar e acredita que está na cena pública para brincar. estamos tratando do destino de milhões de vidas e isso requer racionalidade, seriedade e sobretudo zelo.

Independente da corrente política a qual nós pertençamos se faz necessário excluir da vida pública os palhaços, seja de Direita, Esquerda ou Centro. É necessário resgatar ou ao menos tentar resgatar a seriedade do embate público.

 

 

 

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