Nesta terça-feira, 9 de dezembro de 2025, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) protagonizou mais um capítulo de desordem ao ocupar indevidamente a cadeira da presidência da Câmara dos Deputados, na mesa diretora, em protesto contra a pauta de votação de seu processo de cassação de mandato.
O ato, que durou cerca de 45 minutos, interrompeu a sessão plenária, forçando o esvaziamento do plenário pelos policiais legislativos e o corte na transmissão da TV Câmara. Braga se recusou a deixar o local, declarando que resistiria "até o limite das forças" e cobrando tratamento similar ao dado a supostos "golpistas" que ocuparam a mesa anteriormente, o que gerou confusão e princípio de tumulto entre seguranças e aliados governistas.
Retirado à força pela Polícia Legislativa, com o terno rasgado, o parlamentar alegou ter sofrido agressões físicas, enquanto o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) o acusou de desrespeitar a Câmara e o Legislativo.
Esse episódio reforça o padrão de truculência e desrespeito às instituições promovido por Braga e pelo PSOL, que prioriza o caos sobre o debate democrático.
A ocupação indevida da mesa diretora, espaço reservado à presidência, exemplifica como o partido fomenta divisões e obstrui o trabalho congressional, justificando debates sobre sua extinção para preservar a ordem no Congresso.