A Havaianas lançou uma campanha de fim de ano estrelada pela atriz Fernanda Torres, na qual a mensagem central é: “não comece 2026 com o pé direito”. A frase, apresentada como trocadilho “bem-humorado”, foi lida por grande parte do público conservador como um ataque direto ao simbolismo do “direita” na política, em plena disputa ideológica que marca o país.
Na peça publicitária, a atriz, conhecida por seu alinhamento à esquerda, defesa de pautas progressistas e críticas duras ao bolsonarismo, aparece associando “pé direito” a algo que não deveria ser o ponto de partida do ano, reforçando a sensação de deboche com o campo conservador. A reação foi imediata: redes sociais se encheram de chamadas de boicote, vídeos de pessoas jogando Havaianas no lixo e parlamentares de direita denunciando a “pegadinha ideológica” embutida no comercial.
Contexto: marca, militância e sinal político
Não se trata apenas de “piada de fim de ano”. A escolha de Fernanda Torres, uma atriz identificada como figura abertamente de esquerda, protagonista de filme sobre a ditadura e crítica do governo Bolsonaro, não é neutra em um país rachado entre direita e esquerda. A peça entra no ar num ambiente em que a esquerda tenta, a todo momento, rotular qualquer referência à “direita” como algo negativo, atrasado ou moralmente reprovável.
Políticos conservadores como Eduardo Bolsonaro gravaram vídeos acusando a marca de abandonar sua posição de símbolo nacional para abraçar um alinhamento político explícito ao campo progressista, justamente ao colocar uma militante de esquerda no centro da campanha e ainda ridicularizar o “pé direito”. A própria reação da empresa nas redes sociais, bloqueando comentários em postagens da campanha após a enxurrada de críticas, reforça a percepção de que o discurso “diversidade, tolerância e diálogo” vale pouco quando o brasileiro comum discorda da narrativa imposta.
Quem está por trás: CEO da Alpargatas e o conselhão do Lula
O componente político fica ainda mais claro quando se observa quem está no comando da empresa. O CEO da Alpargatas, controladora da marca Havaianas, Liel Marcio Cintra Miranda, integrou o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), mais conhecido como “Conselhão” do governo Lula, entre 2023 e 2024, por decreto publicado no Diário Oficial da União. Ou seja, a mesma empresa que faz graça com o “pé direito” é chefiada por um executivo que sentou à mesa de um dos principais fóruns consultivos do atual governo petista.
Esse dado desmonta o discurso de “empresa neutra” que só quer vender chinelo e mostra um eixo bem definido: marca bilionária, artista de esquerda e cúpula empresarial ligada a conselho estratégico de Lula. Em vez de se manter como símbolo nacional plural, Havaianas escolhe flertar com o governismo progressista, usando linguagem publicitária para naturalizar o desprezo pela direita e, por tabela, por milhões de brasileiros conservadores.
Impacto para o cidadão e a família conservadora
Para a família brasileira que trabalha, paga impostos e tenta proteger seus filhos do bombardeio ideológico diário, a mensagem é clara: parte do grande empresariado prefere agradar o establishment de esquerda e setores culturais progressistas do que respeitar metade do país que se identifica com valores conservadores. Ao ridicularizar simbolicamente o “pé direito”, a campanha reforça a ideia de que ser de direita é algo a ser evitado, como se fosse moralmente menor ou indesejável.
Quando o consumidor compra um produto, também financia quem o produz e a agenda que essa estrutura escolhe apoiar. Neste caso, o brasileiro conservador que segue comprando Havaianas mantém, com seu dinheiro suado, uma engrenagem: atriz militante de esquerda, executivo vinculado ao conselhão de Lula e uma campanha que zomba, ainda que disfarçadamente, da direita.
Reações da direita e boicote como resposta
A reação conservadora foi forte e organizada, com lideranças políticas e formadores de opinião defendendo publicamente que os consumidores abandonem a marca. Em vídeos que viralizaram, o Senador Flávio Bolsonaro e parlamentares aliados sugeriram que o brasileiro troque Havaianas por outras marcas nacionais como Rider, Ipanema, Cartago, Olympikus ou até Crocs, deixando o “chinelo ideológico” para os militantes de esquerda.
Nas redes, parlamentares como a vereadora Mariana Lescank sintetizaram a percepção: a marca pertence a grupos alinhados à esquerda, contrata artistas de esquerda e faz discurso alinhado à esquerda; portanto, o boicote é um gesto legítimo de autodefesa cultural e econômica do campo conservador. O recado é simples: se a empresa escolheu lado, o consumidor também tem direito de escolher onde pisa, com qual chinelo caminha e quem ajuda a financiar.
Posição da Tribuna Conservadora
A Tribuna Conservadora entende que não é mais possível tratar esse tipo de campanha como “brincadeira inocente” ou “apenas marketing criativo”. A combinação entre Fernanda Torres, uma militante de esquerda, um texto que debocha do “pé direito” e um CEO que integrou o conselhão de Lula revela um alinhamento ideológico consciente e ativo.
Se a esquerda usa cultura, publicidade e grandes marcas para avançar sua agenda, cabe ao brasileiro conservador reagir com o que tem em mãos: consumo, voz e boicote. Jogue suas Havaianas fora, separe seu dinheiro de quem zomba da sua fé, da sua família e dos seus valores, e passe a financiar empresas que respeitam o Brasil de verdade, o Brasil que não tem vergonha de ser de direita.
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