Após 16 anos sob o comando do Partido dos Trabalhadores, o que se vê é um estado dominado pela violência, com um governo que abandonou o cidadão honesto e tolerou o avanço do crime organizado.
Os números do Anuário Brasileiro de Segurança Pública são alarmantes: a Bahia é líder nacional em homicídios dolosos, com 5.045 casos em 2022 e mais 4.729 em 2023. Seis das dez cidades mais violentas do país estão em território baiano, com Camaçari registrando uma taxa absurda de 90 mortes violentas por 100 mil habitantes. No roubo de celulares, Salvador e Lauro de Freitas figuram no topo do ranking nacional.
O mais estarrecedor é que essa tragédia tem nome e sobrenome: modelo petista de governar. Um modelo que minimiza a criminalidade, ataca as forças de segurança, destrói a meritocracia e trata o crime como resultado da “estrutura social” — quando o que falta, na verdade, é autoridade, comando e ação.
Basta olhar para o que está sendo feito em Goiás para ver que existe outro caminho. Sob a liderança firme de Ronaldo Caiado, o estado passou por uma verdadeira revolução na segurança pública. Caiado não titubeou: investiu em inteligência policial, valorizou as corporações, criou estruturas modernas de combate ao crime e, principalmente, colocou ordem onde reinava a impunidade. Como resultado, Goiás conseguiu reduzir drasticamente os índices de homicídios e hoje serve de referência nacional.
Enquanto o PT transformou a Bahia em uma zona de guerra, Caiado mostrou que é possível restabelecer a lei com pulso firme e gestão eficiente. Essa comparação escancara o que está em jogo: ideologia contra responsabilidade, leniência contra firmeza, discurso contra resultados.
É nesse contexto que ACM Neto surge como a grande oportunidade de reverter esse cenário catastrófico. Como ex-prefeito de Salvador, ele demonstrou capacidade de gestão, responsabilidade fiscal e respeito pelo cidadão. Neto representa uma nova postura: governar com seriedade, combater o crime com coragem e devolver à Bahia o direito de viver em paz.
A Bahia precisa decidir: continuar com o mesmo grupo que nos levou ao fundo do poço ou seguir o exemplo de Goiás e adotar um novo modelo de segurança, com autoridade, disciplina e resultados concretos.
O tempo do caos precisa acabar. A Bahia merece uma liderança que enfrente o crime com a seriedade que o momento exige. E essa liderança atende por um nome: ACM Neto.