É necessário refletir, até quando vamos ser um povo que renega a sua essência e a sua identidade cultural? Infelizmente o Brasil virou hoje uma espécie de colônia internacional, estrangeiros vem aqui, fazem o que querem, promovem até mesmo orgias em nossas praias e ninguém para para questionar o que está de fato acontecendo.
Vamos aos fatos o brasileiro superestima o que vem de fora, bandas, músicos, filmes, livros.
Enquanto na Alemanha autores brasileiros são supervalorizados nós abandonamos a literatura clássica para ler autores estrangeiros.
Quanto vamos a lista dos livros mais vendidos no Brasil percebemos que Matt Hig, Colleen Hoover, Emily Henry, Ilko Minev são best sellers na categoria ficção, todos autores estrangeiros, há duas exceções no top 20, Clarice Lispector e Machado de Assis.
Quando vamos analisar as plataformas de streaming temos outra realidade decepcionante, as produções nacionais tem pouquíssima audiência e olha que o Brasil foi capaz de produzir séries maravilhosas como por exemplo 3%.
No meio cristão isso não é diferente, a igreja brasileira hoje se tornou dependente de regravações de músicas estrangeiras, com o fenômeno do worship perdermos a brasilidade musical, vivemos atrás de hits estrangeiros para copiar.
Pode-se contar nos dedos bandas cristãs e cantores cristãos que preservem a brasilidade
Na literatura cristã e na pregaçãohá também uma supervalorização de autores estrangeiros, Joyce Meyer, Morris Cerullo, Mike Murdok, Jhon Kelly, Benny Hinn, Jhon Piper, Jhon Bevere. E aqui não estou dizendo que não possuem qualidade, pelo contrário são excepcionais, mas fica um questionamento
Será que não conseguimos prestar atenção nos autores e pregadores brasileiros? Luciano Subirá, Eliseu Rodrigues, Estevam Hernandes, Sônia Hernandes, Hernandes Dias Lopes, Augustus Nicodemos, Juliano Fraga, Daniel Lopes.
É preciso valorizar a prata da casa.
O campo da política não é diferente, muitas vezes estamos mais preocupados com o que acontece na Itália, na Argentina, nos EUA do que com o que está acontecendo no nosso próprio país.
Chega! Somos brasileiros! Vamos valorizar o que é nosso! O nosso povo, a nossa gente!
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