O Congresso Nacional insiste na proteção dos baderneiros de esquerda e dá novo exemplo de conivência ao transformar a cassação do deputado Glauber Braga em uma suspensão risível de apenas 180 dias. Braga, que coleciona episódios escandalosos de desrespeito às regras e provocações contra a democracia, escapa impune enquanto o país assiste estarrecido à pouca vergonha institucional.
Não é à toa que Glauber Braga ganhou a fama de verdadeiro arruaceiro do Parlamento. Em diversas ocasiões, ele interrompeu sessões com gritos, gestos obscenos e agressões verbais a colegas e autoridades. Chutou um membro do MBL que tentou lhe fazer questionamentos. Ocupou indevidamente a cadeira da Presidência da Câmara Tais atitudes não merecem clemência, mas punição exemplar.
O que temos, porém, é um Congresso frouxo, de costas viradas para o clamor da sociedade por rigor e decoro. Em vez de cassar esse sujeito, punindo com firmeza a afronta que ele representa, optaram por um castigo simbólico que só beneficia a militância radical e reforça a impunidade. Essa decisão é escárnio público e humilha a população que cobra seriedade e cobrança dos políticos.
Enquanto isso, parlamentares sérios são tratados com dureza e ameaçados por defenderem a ordem e a razão, Ramagem por exemplo é acusado de um golpe que nunca existiu, enquanto Glauber Braga segue arrastando a imagem da Câmara para o fundo do lamaçal político, impune e blindado por um sistema podre que idolatra a bandalheira ideológica.
A pergunta é urgente: até quando essa máfia vermelha vai sugar os cofres públicos, sabotar o funcionamento do Parlamento e ainda ser poupada por essa corja seletiva que comanda Brasília? É hora de varrer os baderneiros e seus protegidos, ou o Brasil continuará refém dessa podridão política que destrói as instituições e a esperança do povo.