Depois disseram: “Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim, nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra”. Gênesis 11:4.
Por que você faz o que faz? Aquilo que você faz é para glorificar o nome de Deus ou é uma busca desenfreada por fama e aprovação humana? A grande questão em Babel não era o desejo de chegar aos céus, mas a motivação no coração daqueles homens. O foco não era construir uma torre para a glória de Deus, mas para buscar glória para si mesmos.
Quando o foco deixa de ser Deus e passa a ser nós, nasce o problema. Se a busca daqueles homens fosse: “Vamos construir uma torre que alcance os céus, pois queremos render graças ao nosso Criador que nos livrou da destruição por meio de nossos pais na arca”, tudo bem — seria uma atitude nobre por parte daquele povo. Mas a motivação era outra: pensavam em si mesmos.
E nas nossas vidas? Será que buscamos construir nossa empresa, nossos negócios e nossos relacionamentos para a glória de Deus ou por interesses mesquinhos e orgulhosos? Fazer essa reflexão é algo que precisamos fazer diariamente. Mais importante que pensar no que fazemos é refletir sobre o porquê: qual a motivação do nosso coração?
Essa reflexão precisa fazer parte de nosso cotidiano como cristãos. No começo do ano, é natural fazermos planos, definirmos metas e traçarmos caminhos. Mas a pergunta fundamental é: por que quero o que quero?
Estamos no primeiro fim de semana de 2026, tempo em que muitos ainda fazem planos e traçam objetivos para o restante do ano. Não tem nada demais em querer ampliar sua empresa, fazer um curso ou desenvolver um produto, contanto que aquilo que pretenda fazer tenha, em primeiro lugar, a motivação de glorificar a Deus. Se essa não for a motivação, na verdade, de nada adiantarão esses planos.
Pense nisso.
Com amor,
Gabriel Bertochi
Cristão, Empresário, Jornalista e Ativista Político
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