Acordamos todos os dias, com 86.400 segundos ao nosso favor.
Como aproveitamos esse tempo a nosso favor? Nas 24 horas da nossa vida cotidiana, nos lembramos de viver?
A robotização das atitudes comportamentais diárias, e não pensadas
(apenas ter que fazer para sobreviver, leia-se sobre viver), acarreta em uma total falta de comunicação com o nosso eu e consequentemente, com a natureza. Mas porquê estás tão dramático Henrique?
Os desastres naturais que andam ocorrendo no Brasil em 1998 e 2005 de
baixa intensidade, ou seja, sem causar danos, foi para nos assustar e mostrar para onde estamos indo.
Em 2022 um terremoto de magnitude 6,5, atingiu a fronteira entre o Peru e o Brasil. E os ciclones atuais de Santa Catarina, arrasando cidades, não bastam para nos dar conta que está
realmente faltando comunicação com a natureza?
Na semana passada, um ciclone devastou cidades no Rio Grande do Sul.
O terremoto que atingiu o Marrocos no dia 08 deste mês, foi mais cruel
ainda. Registrou 6.8 pontos na escala Richter, deixando mais de 2 mil
mortos. Somente perde (se pode-se dizer assim), para o terremoto de 3
décadas atrás, onde morreram mais de 12 mil pessoas.
De quem é a responsabilidade de tudo isso? O por quê, de estarmos sendo
comunicados pela mãe natureza, do mal que fizemos a ela?
Acredito que temos que voltar a origem, a fonte do criador, para nos
darmos conta do presente que ele nos deu. Destruímos em um século, o
que deus nos presenteou com o melhor, durante 19 séculos, mas..., ainda podemos recomeçar, basta valorizar o que precisamos para viver. Água, sol, terra, vida, é disso que falo. Nós nunca paramos para ver os cinco tons de verde que tem uma árvore. Nunca paramos para saber de onde vem as
nascentes das águas. Acredito que, se mudarmos a nossa comunicação com a natureza, e nos perdoarmos pelo que fizemos a ela, estaremos na frequência certa da vida, afinal, comunicação, significa comunicar a ação, e isso virá através de novas atitudes e mudanças. Eu já comecei há algum tempo, e você?