Em um julgamento ocorrido na última sexta-feira, 22 de novembro, no 1º Tribunal do Júri, o Policial Militar Ezequiel Souza Santos, lotado no 7º Batalhão da Polícia Militar, foi absolvido da acusação de homicídio. A decisão dos jurados se baseou na legítima defesa, após uma árdua defesa conduzida pelos advogados Alexandre Taveira e Fábio Galves.
O policial, durante sua folga, testemunhou um assalto a um casal que estava parado em um semáforo. Um dos criminosos estava armado e, ao ser abordado pelo policial, reagiu com disparos. Em resposta à injusta agressão, o PM revidou e matou um dos assaltantes.
O Ministério Público alegou que o policial teria usado força excessiva, disparando diversas vezes contra o criminoso. No entanto, a tese da legítima defesa, defendida pela equipe de advogados, convenceu os jurados, que entenderam que a ação do policial foi uma reação proporcional à ameaça sofrida.
A absolvição do policial gerou repercussão na comunidade, com diversas opiniões sobre o caso. A decisão dos jurados reabre o debate sobre o uso da força por policiais em situações de confronto.
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