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Terça-feira, 10 de Março 2026

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Júri condena mais três acusados por ‘tribunal do crime’ em Americana

Membros da facção criminosa PCC foram condenados em um dos mais complexos julgamentos da história da cidade

Júri condena mais três acusados por ‘tribunal do crime’ em Americana
Durante julgamento, presos integrantes do PCC foram transportados com segurança reforçada – Foto: Marcelo Rocha / Liberal
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O Tribunal do Júri de Americana condenou nesta quarta-feira (5) mais três integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) por participação em um “tribunal crime” no bairro Jardim dos Lírios, em 2018.

Flávio Henrique César Moura foi recebeu uma pena de 17 anos e nove meses de prisão, Anderson Celstino de Brito de 8 anos e dois meses e Sílvia Letícia Zampaulo Bricola a um ano de reclusão. Uma quarta ré, julgada com o grupo, foi absolvida.

Segundo as investigações da Polícia e do Ministério Público, eles participaram por ordem da facção criminosa do sequestro de um homem acusado sem provas por um estupro. Em diferentes locais, a vítima foi espancada para que confessasse o crime sexual.

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Os três sentenciados nesta semana e outros três acusados julgados e condenados na semana passada iriam executá-lo, mas foram impedidos pela chegada da Polícia Militar. O grupo foi preso em flagrante.

A prisão dos integrantes desencadeou uma grande investigação sobre a atuação do PCC na região de Americana. Batizada de “Jus Puniendi”, a operação segue em andamento, mesmo com a conclusão desse julgamento.

 

O objetivo é identificar mais integrantes da facção, que possam estar envolvidos em outros assassinatos realizados com o mesmo “modus operandi”, além de crimes conexos como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

SENTENÇAS
Flávio foi considerado culpado por três crimes: tentativa de homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), tortura e sequestro. Os jurados apontaram culpa de Anderson apenas na tentativa de homicídio e de Sílvia somente no sequestro da vítima.

 

Os três podem recorrer da sentença junto ao Tribunal de Justiça do Estado. O Liberal não conseguiu contato com as defesas nesta quinta-feira (06). O processo tramita em segredo de Justiça.

COMPLEXIDADE
Com mais de 14 horas de duração, o júri foi considerado um dos mais complexos da história de Americana. Além do número de réus, o processo tinha testemunha e vítima “protegidas”, ou seja, que tiveram suas identidades e endereços preservados ao longo de toda a ação penal.

FONTE/CRÉDITOS: O LIBERAL

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