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Sábado, 02 de Maio 2026

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Fim da Via Rápida é urgente para proteger policiais e garantir justiça

Caso do 1º Tenente PM Leonardo Borghi em Ilhabela expõe como a medida prejudica policiais honrados e dificulta o combate ao crime

Fim da Via Rápida é urgente para proteger policiais e garantir justiça
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A recente ocorrência envolvendo o 1º Tenente PM Leonardo Athila Rodrigues Borghi em Ilhabela evidencia os impactos negativos da chamada Via Rápida nos processos disciplinares e penais contra policiais. A medida, que tem a intenção de acelerar julgamentos e punições, acaba por impedir uma análise aprofundada, prejudicando profissionais exemplares e sua atuação no combate à criminalidade.

No episódio, o oficial foi indiciado por disparo de arma de fogo, agressão e ameaça, ocorrências complexas que demandam apuração criteriosa para garantir que fatos sejam corretamente compreendidos. Contudo, a Via Rápida em vigor limita o direito à ampla defesa e dificulta que detalhes importantes sejam levados em conta, resultando em prejuízo à justiça e à segurança pública.

A defesa do fim dessa prática passa pelo reconhecimento de que policiais atuam em situações de alta pressão e risco, que exigem respaldo jurídico adequado. Um processo detalhado e justo fortalece o combate ao crime ao proteger os agentes que arriscam suas vidas, evitando punições precipitadas e injustas.

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