A advogada especialista em Direito da Família Dra. Beatriz Monteiro vem manifestar forte posicionamento contra o projeto que visa revogar a Lei de Alienação Parental. Para ela, a proposta ignora o sofrimento silencioso das crianças que são vítimas dessa grave forma de violência psicológica. "Crianças alienadas carregam feridas profundas e duradouras que podem afetar sua vida inteira", destaca.
Segundo Dra. Beatriz, a lei atual é um importante instrumento para proteger os direitos dos filhos, preservando seu convívio saudável com ambos os pais e impedindo que disputas familiares causem danos irreparáveis à infância. Revogar essa proteção, na visão da especialista, é colocar em risco a saúde emocional das crianças, ao deixar que a alienação parental seja desconsiderada ou até mesmo normalizada.
Ela alerta que os prejuízos da alienação são reais e comprovados, e que o efeito da revogação é um retrocesso social que desampara os pequenos em um momento crucial para seu desenvolvimento psicológico. A advogada faz um apelo urgente para que a sociedade, o Legislativo e toda a comunidade se unam para manter a lei em vigor, garantindo a proteção integral da infância.
"A dor das crianças não pode ser tratada como mero detalhe político ou jurídico. Precisamos agir agora para preservar o futuro dessas vidas", conclui Dra. Beatriz Monteiro. A defesa da infância e de sua saúde mental não admite retrocessos.
A revogação da Lei de Alienação Parental representa um risco que o Brasil não pode correr. É hora de dizer não e lutar pela manutenção do que protege nossos pequenos da violência invisível, mas devastadora, da alienação parental.