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Sábado, 02 de Maio 2026

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Associação de Praças da PMESP busca articulação para 2026

Movimento luta pelo fim da Via Rápida

Associação de Praças da PMESP busca articulação para 2026
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Associação de praças se mobiliza para articular candidaturas com finalidade a extinguir a Via Rápida.

A Presidente da ASPRAÇAS, Associação dos Praças Da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Claudia Vieira, diz que está decepcionada com a atuação dos Deputados Estaduais do Estado de São Paulo, representantes da Polícia Militar, no tocante a revogação das "VIA RÁPIDA PM" e" 1-40-PM". 

"É inaceitável que os representantes eleitos para defender os interesses dos policiais militares e da sociedade permaneçam inertes diante de uma questão de tamanha relevância, permitindo que o uso arbitrário da "Via Rápida" continue a prejudicar tantos profissionais. Diante dessa morosidade, dessa omissão, a diretoria da ASPRAÇAS dará início um trabalho de organização à conscientização para o empoderamento político dos Policiais Militares do Estado de São Paulo.

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Devemos conscientizar o policial sobre a união, à fim de evitar pulverização de votos, e conseguir eleger deputados articuladores, na ALESP , para que trabalhem em prol de mudanças, de alterações de leis e normas ilegais, inconstitucionais, junto ao Governo do Estado, à Secretaria de Segurança Pública e ao Comando Geral."

O Diretor de Direitos Humanos, da ASPRAÇAS, Pascoal Lima, afirma que é vítima desta lei, que é ilegal e inconstitucional. 
Pascoal diz que a "VIA RÁPIDA PM" tem sido objeto de constante crítica por sua arbitrariedade e pela forma como afeta os direitos e garantias dos profissionais da segurança pública, comprometendo não apenas a dignidade desses servidores, mas também a qualidade e eficiência do serviço prestado à sociedade. Esperávamos dos Deputados Estaduais  que representam a Polícia Militar, uma postura firme e ativa em prol da classe que eles dizem representar, mas até o momento, o que se viu foi uma falta de iniciativa e comprometimento com essa causa tão urgente.

Nossa equipe de reportagem chegou a tratar do assunto em duas matérias, em ambas buscou-se o contato com o governo do Estado, sem resposta.

Procurado para comentar o movimento pelo fim da via rápida e essa articulação política visando 2026 Nantes não respondeu a equipe.

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