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Sábado, 02 de Maio 2026

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A Justiça de mãos atadas: O policial, a sociedade e o dilema da ação

A lei e a ordem sob a lupa o policial entre a espada e a parede

A Justiça de mãos atadas: O policial, a sociedade e o dilema da ação
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Recentemente um vídeo visualizou nas redes sociais onde 2 policiais abordam um sujeito acusado de agredir a própria mãe que estava acamada.

Um dos policiais aplica um leve corretivo no indivíduo, resolvendo a situação in loco, sem maiores complicações.

Ocorre que intervenções rápidas como a do vídeo embora amplamente apoiadas pelo cidadão de bem não são bem vistas pelo Poder Judiciário e pelas diversas ONGs de Direitos Humanos, ou será deveria dizer Direito dos Manos?

O policial que agiu exatamente como esperava o seu patrão (o povo que é quem paga seu salário,) esse policial muito possivelmente será afastado da rua, além de provavelmente receber algum tipo de medida disciplinar.

A realidade é o policial por ter feito seu trabalho acabará sendo punido. Em São Paulo, com a Via Rápida a situação poderia ser ainda pior, pois a legislação paulista cercea toda a defesa do profissional, com processos de expulsão feitos a toque de caixa.

Além disso as câmeras corporais são outro agente inibidor ao exercício da atividade policial.

Precisamos buscar mecanismos para respaldar o policial a agir quando necessário, sem medo de retaliações futuras.

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