Um belo dia você decidiu ser dono, ser patrão, e não mais ser empregado. Assim estaria livre para fazer o próprio horário, sem bater cartão, sem aguentar chefes ignorantes, colegas de trabalho molengas, chatice de clientes, etc.
E ser empreendedor, para mim, é maravilhoso. Além das oportunidades que terei, também vou abrir portas para muitos outros, contratar funcionários, comprar de fornecedores, oferecer a melhor experiência para meu cliente, e dessa forma a economia gira para todos.
Quando passamos para o outro lado da mesa, deixamos de ser empregado para ser patrão. O primeiro sentimento é de uma grande conquista, e realmente é. Logo após, a realidade se apresenta. Temos que ter diversas habilidades, além de saber o que propomos ao cliente, e nesse momento descobrimos que há muito a aprender.
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A realidade de quem decide empreender
Empreender muitas vezes é aprender sozinho habilidades que jamais pensamos em ter.
Contratar um funcionário, por exemplo, é todo um processo. Seleção de currículos, entrevistas, testes, e decidir qual merece a vaga. Essa não é uma habilidade que se aprende na escola, é na prática mesmo. E assim muitas outras que vamos nos deparar ao longo da jornada.
Nesse momento entendemos que o nosso tempo é curto demais.
Quando éramos funcionários, tínhamos um horário a cumprir, em geral 8 horas diárias de trabalho. Simplesmente dava o horário, e íamos embora.
Sendo você o dono, é possível fazer isso?
Certamente não.
Você tem muitas tarefas a cumprir, e no início do negócio nem sempre é possível contratar mão de obra. Mas o que foi prometido ao cliente deverá ser entregue com excelência. O seu negócio depende disso.
O choque de realidade do empreendedor
Aqui você descobre que sua carga diária de trabalho passou de 8 horas para no mínimo 12 horas por dia.
Essa é a realidade nua e crua. O seu negócio depende de você, e ainda não tem condições de fazer boas contratações.
A boa notícia é que o empreendedor, em geral, é determinado a dar certo.
Muitos buscam através de cursos e treinamentos as habilidades necessárias para continuar se desenvolvendo como pessoa e como empresa.
O ponto de virada do empreendedor
Quando isso acontece, o empreendedor começa a fazer planejamentos mais acertados, contratações melhores e otimização do seu tempo.
Com isso, passa a ser possível até reduzir sua carga horária de trabalho.
O dono do negócio não precisa ser escravo do próprio negócio.
Se ele buscar as habilidades necessárias, com certeza terá mais tempo para pensar nas melhores estratégias para o crescimento da empresa.
A cabeça do dono nunca deixa de trabalhar. Mas quando se tem pessoas certas tocando o negócio, o empresário fica mais tranquilo.
Assim consegue ter mais ideias de melhoria, e consequentemente gerar crescimento exponencial.
Crescimento verdadeiro acontece quando todos crescem
Quando a empresa cresce, a regra geral é que todos os envolvidos cresçam juntos.
Funcionários se desenvolvem, fornecedores se fortalecem, clientes recebem melhores serviços, e o empreendedor finalmente conquista aquilo que buscava no início da jornada.
Liberdade com responsabilidade.
E crescimento com propósito.
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Rubens Borges
Contador
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