Respeito aos princípios da família tradicional

Aguarde, carregando...

Sexta-feira, 03 de Abril 2026

Notícias Espiritualidade

Porque o Cristianismo não é apenas uma religião?

Diferença entre religião e relacionamento

Porque o Cristianismo não é apenas uma religião?
Chat gpt
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Porque o Cristianismo não é apenas uma religião?

 

Nesse mundo tão caótico é comum vermos pessoas buscando diferentes maneiras de se reconectar com Deus seja para ter paz, buscar um sentido na vida, pedir bênção ou até mesmo exercer a gratidão,sabemos que o Brasil é uma mistura de religiões e culturas, mas dentre tantos caminhos possíveis qual devo escolher? 

Leia Também:

 

Religião vem do latim religare "religar", "reunir" segundo os pensadores Lactâncio e Agostinho de Hipona a religião nesse contexto teria o papel de "religar" o ser humano a Deus ou ao sagrado ela pode ser definida como um sistema de crenças, práticas e valores que ligam os seres humanos ao divino

 

Estudando diferentes religiões podemos notar que todas elas se dizem capazes de cumpir essa função, muitos são os relatos de transformação de vida e até mesmo curas, mas em meio a tantas possibilidades será que devo escolher aquela que melhor me adapto como se escolhesse um clube ou convênio, um time de futebol ou procurar entender em uma perspectiva mais ampla o que tais práticas representam e suas origens? 

 

Analisando as diferentes modalidades temos a conexão com o sagrado por meio de orações, repetições de mantras, rituais e oferendas para pedidos de favores ou curas, mas uma em especial chama a atenção por trazer uma perspectiva no mínimo inovadora.

 

De acordo com o IBGE, 87% dos brasileiros se identificam como cristãos essa influência se dá pela colonização da Europa pelos portugueses a partir do ano 1500

 

O cristianismo intriga e incomoda desde a sua fundação quando “um tal” de Jesus Cristo veio ao mundo dizendo ser filho de Deus e trazendo uma nova perspectiva para os religiosos da época tão apegados as leis acima do amor e generosidade ao próximo como podemos atestar ao ler o Evangelhos de Mateus, Marcos Lucas e João. Jesus não era religioso e nem fundou uma religião mas ao contrário trouxe um conjunto de práticas individuais que tinham por fundamento a transformação pessoal, a renúncia, o amor ao próximo e a Deus sobre todas as coisas, desconstruindo a visão ritualística da época, e é aí que as coisas começam a ficar interessantes: 

 

Enquanto religiosos em suas mais diversas vertentes focam em fazer o bem, ou fazer rituais em adoração ao seu Deus para assim ser aceito por ele, Jesus nos ensina que o “ser” vem antes e é mais importante que o “fazer”. Ele trás a perspectiva de Deus como um pai da humanidade, um ser relacional que nos chama a ter intimidade com ele e não apenas o Senhor todo poderoso a quem prestamos culto, obedecemos por medo e pedimos favores vez ou outra. Dessa forma essa intimidade através da renúncia ao pecado e um relacionamento por meio de orações, leitura da Bíblia e jejum nos torna cada vez mais parecidos com eles o que nos capacita a “fazer” sua vontade. Seria assim um estilo de vida que independe de um templo ou um conjunto de rituais formais. 

 

 O cristianismo incomoda muito porque “perdoar e amar os inimigos” “dar a outra face” e se “arrepender de seus pecados se humilhando diante de Deus” e demais ensinos de Cristo que nos chamam a mudança e vai contra a natureza humana naturalmente egoísta e orgulhosa, gerando desconforto até mesmo para quem acredita nessa cosmovisão.

  

Outra diferença fundamental é o sacrifício de Cristo para reconectar a humanidade com seu criador quebrando a maldição que se iniciou no Éden quando Adão e Eva desobedecem a Deus ouvindo a serpente, também conhecida como Satanás. Jesus assim quebra a maldição que nos separa de Deus por meio da desobediência e do pecado decorrente dela.  Como filho primogênito de Deus Jesus ele se apresenta a nós audaciosamente como o ùnico caminho e como um modelo de ser humano a ser seguido, 100% homem e 100% Deus

 

Isso foi um escândalo na época e ainda é hoje, porque quando Cristo se coloca como o único caminho até Deus no Novo Testamento e desde o Antigo temos Deus se distanciando da humanidade por abominar a prática da idolatria, ou seja, culto a outros Deuses ( o que inclui os demais Deuses e suas diferentes histórias e origens e entidades a quem se presta culto, sendo considerados intermediários para conexão com Deus)  temos então uma possível verdade que exclui todas as outras ou uma mentira deslavada.  

  

Em outras palavras, ou Cristo é de fato filho de Deus ou um maluco megalomaníaco,  ou ele mentiu e a bíblia é falsa ou todas as demais religiões o são.

 

E tendo Cristo disposto a morrer como um criminoso e crucificado, a pior morte da época, vale ressaltar, por aquilo que acreditava e mais tarde seus demais seguidores e discipulos, fato esse que se estende até os dias de hoje com a perseguição e assassinato de cristãos ao redor do mundo, é no minímo intrigante e estranho se for mentira, isso sem contar os milagres que fez, de onde teriam vindo tais poderes?

 

Mas será que Cristo realmente existiu? Bom, isso é assunto para outra reportagem, por ora cabe a reflexão do porque essa religião é tão perseguida até hoje e porque os cristãos são tão audaciosos em dizer que conhecem a verdade é o único caminho até Deus, seriam loucos ou visionários? 

 

Fonte: Bíblia



FONTE/CRÉDITOS: Rawena Lima e Bíblia Sagrada

Veja também

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Tribuna Conservadora
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR