Na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris, uma performance com drag queens representando "A Última Ceia" de Leonardo da Vinci causou polêmica. A DJ Barbara Butch, no centro da mesa como Jesus Cristo, e as drag queens como apóstolos, geraram indignação e revolta em espectadores e figuras públicas.
O comentarista Adrilles Jorge questionou se a releitura era inclusiva ou um deboche, comparando-a ao respeito dado a outras religiões. O deputado federal Nikolas Ferreira chamou a cena de "zombaria demoníaca da fé cristã", e o jornalista Milton Neves classificou a abertura como uma das piores da história dos Jogos Olímpicos.
A performance foi considerada uma violação da fé cristã e recebeu repúdio de muitos. A cerimônia, nesse ponto específico, foi vista como trágica e gerou debates sobre os limites da liberdade artística e o respeito às crenças religiosas.
Na minha visão, atos como esse devem ser repudiados e combatidos, é necessário por um freio a agenda "progressista".
No entanto há pontos positivos a se destacar no restante da cerimônia, a cerimônia buscou explorar toda a arquitetura dos principais pontos turísticos da cidade. Além disso o desfile das delegações foi excepcional, a ideia dos barcos reduziu o desgaste dos atletas.
Outro ponto importante a ser destacado foi que pela primeira vez na história a pira olímpica foi acesa por 2 atletas.
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