O live action da Barbie lançado no dia 20 de julho, rendeu elogios e críticas de muitos fãs ou não da boneca mais famosa do mundo. Isso ocorreu por uma principal consequencia, o filme do ano basicamente nos tras um ideal político de guerra de sexos, presentes no próprio movimento feminista. Podemos afirmar isso porque o filme retrata primeiramente, da ruptura entre o universo das mulheres até a década de 60 em ter a valorização da maternidade e de serviços no lar a ser trocado por uma uma vida sexual independente, a entrada da população feminina no mercado de trabalho, bem como em cargos de importância.
Porém, algo que é perceptível no filme, é que ele coloca esse universo de uma sociedade somente administrada pelas mulheres - a que podemos chamar da matriarcal - em uma sociedade utópica, tendo em vista que isso é demonstrado dentro do universo imaginário de brincadeira da boneca a que chamamos de Barbielandya.
Como também, em contrapartida, foi demonstrado na vida real na antiga união soviética, onde graças a sociedade liderada por mulheres a Rússia, fez com que o país entrasse em
declínio econômico, social e cultural, admitido pela proibição de divórcios feito pelo stalinismo , após ver que a tática de Lênin é Alexandra Kollontai - líder feminina do partido bolchevique - em transformar a sociedade em antes patriarcal em agora matriarcal graças a ida dos homens na Primeira Grande Guerra.
Então em forma de antítese para tese da obra cinematográfica da Barbie é que o patriarcado é heroísmo o que faz os homens se arriscar em trabalhos árduos perigosos, para poupar a mulher de pressão e cansaço físico, não que este seja sinônimo de machismo.